Quarta-feira, 21 de Maio de 2008
Segunda-feira, 19 de Maio de 2008
o fantasma da escova de dente

- Lúcia, lembra daquela minha escova de dente que eu disse que tinha um design que parecia com o seu tênis? - lembrou o Caio, meu cunhado, no sábado passado - aquela, que você até fez um post?
postado pela franka às 14:26:00 |
doces!
postado pela franka às 07:27:00 |
Sexta-feira, 16 de Maio de 2008
leilão de mulheres

Quando eu e a Ângela éramos pequenas, minha mãe nos mandava nas férias para o acampamento dos Pumas, em Campos de Jordão. Eu gostava de lá, apesar de achar esquisito ir para aquele lugar onde as pessoas faziam tantos esportes e tantas atividades. Porque eu não fazia, na minha vida normal de criança, tantos esportes e atividades. Porque na minha vida normal de criança, nas férias, eu não fazia nada além de brincar.
Chegávamos lá e recebíamos aquela "grade" imensa de programações. Aulas, campeonatos, festas, regras. Não sei quem inventou, desde aquela época, que nas férias você, criança, precisa de a-ti-vi-da-de. Brincar não basta?
Mas tudo para contar uma coisa que a Ângela lembrou outro dia. Nesse acampamento haviam diversas festas temáticas, e uma delas era uma festa romana. Acho que era romana, não me lembro bem, podia também ser grega. Não importa. Era à noite, depois do jantar, e tínhamos que ir todos vestidos com lençóis. Biquíni, maiô ou short em baixo e lençol em cima. E nessa festa existia uma coisa horrível, gente, acreditem: um leilão de mulheres. Por "lote". Juro. Verdade verdadeira mesmo. Funcionava do seguinte modo: todos os dias depois do jantar os acampantes, meninos e meninas, ganhavam doces. Você podia escolher entre um punhado de balas, dois bom-bons ou um barra de diamante negro, e esse era o dinheiro que era usado no leilão de mulheres - os doces.
Os meninos, desde que chegavam, eram avisados que deveriam "poupar" os doces para o dia do leilão de mulheres, que era quase no final das férias. Alguns deles, interessados em alguma menina, não comiam nada para poder comprá-las, já outros se juntavam para "comprar" mulheres juntos. "Comprar" significava ter a menina (com o "lote" junto) como sua "escrava" durante a festa toda - porém o máximo que as meninas podiam fazer (o pior é que a gente fazia) era dar refrigerante e comida na boca dos meninos. O que, pensando bem, é absolutamente ridículo.
Claro que os lotes eram escolhidos pelos monitores, que colocavam, prudentemente, as meninas mais lindas junto das mais feias, organizando os desejos infantis para que nenhuma menina se sentisse mal - o que sempre ficava óbvio para todos nós. Quando eles, os monitores, viam que um certo "lote" não "vendia", eles mesmos arrematavam, o que também era o fim da picada. Além de ser uma situação humilhante - imagine meninas pequenas em "lote" em cima de uma mesa, enverganhadas, e um bando de meninos gritando - era uma festa bem idiota, que nunca entendi como era permitida.
Eu, que não era nem bonita nem feia, sempre ia parar nos lotes médios, arrematada pelos meninos médios, e nunca sofri com essa festa como algumas meninas que chegavam ao quarto aos prantos. Já a Ângela, uma jet-set famosa do acampamento, que sempre ganhava o troféu de "Garota Puma", tinha muitos fãs. Um deles era incondicional. Era um menino meio gordinho, que hoje é músico e que tem uma banda super famosa, que era a-pai-xo-na-do por ela e não escondia isso de ninguém. Fazia qualquer negócio para comprar a minha irmã, acho que ia ao acampamento só para isso, mas era guloso enunca tinha doces suficientes. Um certo ano ele tomou uma atitude: juntou tudo que podia (coitado, morreu de fome) e conseguiu.
Comprou a Ângela.
E ela, a minha irmã, me conta que no mês passado encontrou esse músico famoso sem querer numa festa. Ele veio comprimentá-la e falaram do acampamento. Foi quando ele olhou para ela, piscou e disse bem baixinho:
- Ângela, lembra que eu te comprei um dia?
postado pela franka às 09:52:00 |
Quinta-feira, 15 de Maio de 2008
médico de abacate?
postado pela franka às 08:37:00 |
Quarta-feira, 14 de Maio de 2008
as pessoas que amassam sanduíches
postado pela franka às 10:41:00 |
Terça-feira, 13 de Maio de 2008
os oclinhos da franka
postado pela franka às 10:40:00 |
olha como a moda pega
postado pela franka às 07:03:00 |
Segunda-feira, 12 de Maio de 2008
grape´s sisters
postado pela franka às 08:02:00 |
Sexta-feira, 9 de Maio de 2008
o abesedário do caio

- O ce vose cér fazer oje?
- Cero ir ao sinema.
Não é demaiz falar asim? O Caio é um jênio. Axo ce de agora em diante só vou escrever poste asim.
postado pela franka às 12:13:00 |
Quinta-feira, 8 de Maio de 2008
escova assassina

A minha amiga Patrícia tinha uma reunião de manhã cedinho. Uma reunião daquelas importantes, onde ela poderia pegar um putis trabalho legal. Foi dormir cedo, acordou cedo, banhão, roupa escolhida, ela resolve arrumar o cabelo e fazer uma maquiagenzinha. Imagem boa nessas horas conta muito.
postado pela franka às 08:12:00 |
Quarta-feira, 7 de Maio de 2008
a mulher do email errado
postado pela franka às 10:59:00 |
claro que a gente sabia
postado pela franka às 08:58:00 |
Terça-feira, 6 de Maio de 2008
secos e molhados na serra

gente, melhor avisar que na foto da vaca não tem fotoshope algum.
(certificado de autenticidade da foto da vaca)
postado pela franka às 08:07:00 |
Segunda-feira, 5 de Maio de 2008
raio é raio
postado pela franka às 11:17:00 |
parede de rolha, banheiro branco, man cave, mané
Eu recebo uns emails muito engraçados do meu amigo Mané. Vou começar a postar aqui. Hahaha.
Vi seu texto (é texto que se diz?) falando do "man cave" e da coleção de tampinhas de garrafa. Não tenho coleção de tampinhas de garrafa, mas tenho... (é verdade, hein !?)... uma coleção de rolhas.
Cambury, reveillon de 2003/04. Lá tem um restaurante que tem uma parede que é um sanduíche de vidros, com um monte de rolhas entre eles. Me encantei com aquilo. Cismei que, um dia, vou ter uma parede (pode ser de um bar) assim na minha casa. Na noite seguinte, reveillon, aquele povo na areia de Cambury para romper o ano, já voltei prá casa com umas 20 ou 30 rolhas.
Hoje tenho... pasme... mais que 6.600 (ultima contagem em março). Meu man-cave para tal é metade do maleiro do meu armário embutido : 1,50 x 55 x 60 com um vidro servindo de frente, por onde vou abastecendo.
Quando tiver também meu "banheiro branco". Que é isso, Mané?
Explico: por coincidências, nos últimos 30 anos, moro em apartamentos dos anos 70, que vêm com aqueles azulejos horrorosos, "decorados", com muitos marrons, ou azuis & beges. Eu sonho com banheiros brancos, com louça branca. Cozinhas brancas. Dia que tiver um dinheirinho sobrando, chamo o Reinaldo e mando "baixar a picareta". Ano que vem não tem faculdade prá pagar. No que sobrar uma graninha, é azulejo novo até no banheiro de empregada ! Tudo branco!
Um beijo.
Mané"
postado pela franka às 09:30:00 |
Sexta-feira, 2 de Maio de 2008
a bandinha

- Lúcia, eu lembrei de uma coisa.
- Fala, Ângela.
- Da bandinha da nossa escola.
- Nossa, é mesmo. Tinha uma bandinha na nossa escola.
- No dia da pátria a gente dava a volta no quarteirão tocando a bandinha. A escola toda ia, desde os pequenininhos até os maiores.
- É verdade, paravam o trânsito todo na rua Frei Caneca, Ângela.
- Você tocava prato, e eu triângulo. Nunca me conformei com isso, Lúcia. Tocar triângulo era a pior coisa da bandinha.
- Era nada. O pior é tocar côco. Côco nem é instrumento. É côco.
- E você toda exibida lá no prato, Lúcia. Pááá. Pááá. Pááá.
- Era bom nada, o prato era pesado e só entrava de vez em quando. Era pááá... (demorava) pááá... Um tédio tocar prato, Ângela.
- Lembra da música? "Eu te amo meu Brasil, eu te amo..."
- Hahaha.
- A dona Eudóxia fazia a gente tocar o triângulo e fazer um sinal de positivo com o dedão. A gente ia tocando e fazendo positivo. Eu te amo (positivo) meu Brasil (positivo) eu te amo (positivo) meu coração (positivo) é verde (positivo) amarelo (positivo) branco (positivo) azul anil...
- Coisa mais louca, Ângela. Pra que o positivo?
- Acho que era pra marcar o ritmo. Ou não. Vai ver que ela achava que a música combinava com o sinal de positivo. Vai ver que ela queria que a gente mostrasse que amava mesmo o Brasil.
- No prato não dava pra fazer positivo. Pelo menos ninguém me mandou fazer positivo.
- Tá vendo? O prato era melhor. Um instrumento legítimo de banda.
- Era nada. Que tocador de prato famoso você conhece, Ângela?
postado pela franka às 16:05:00 |
Quinta-feira, 1 de Maio de 2008
próxima parada
postado pela franka às 18:05:00 |
Quarta-feira, 30 de Abril de 2008
os colifordis
postado pela franka às 08:10:00 |
Terça-feira, 29 de Abril de 2008
the frankoffice
postado pela franka às 13:50:00 |
Segunda-feira, 28 de Abril de 2008
franka no-ar...
postado pela franka às 09:31:00 |
Domingo, 27 de Abril de 2008
mangas, ual
Nossa prima. A mais linda de todas primas. Foi modelo da revista "Tricô e Crochê" de um ano qualquer quando eu a Ângela éramos meninas. A gente queria muito ser ela. Nada mais nada menos. A gente imitava muito essa prima, inclusive eu ganhava da Ângela porque meu nome tinha a letra "i" e a nossa prima escrevia o nome dela com umas bolinhas no pingo do "i" - o que eu imitava, claro - mas a Ângela não podia colocar. Hahaha.postado pela franka às 17:38:00 |
Sexta-feira, 25 de Abril de 2008
uau, na capa da Folha!
postado pela franka às 09:03:00 |
Quinta-feira, 24 de Abril de 2008
fran-kaninja
Ontem, quando eu vi que tava a maior discussão aqui no blog por causa da Fran-kanova, corri pra casa da minha irmã. postado pela franka às 18:05:00 |
Quarta-feira, 23 de Abril de 2008
CAIO, VALEU!

postado pela franka às 08:33:00 |
Segunda-feira, 21 de Abril de 2008
linçom?

postado pela franka às 18:06:00 |
Sábado, 19 de Abril de 2008
a confusão do simpático
postado pela franka às 15:53:00 |
Sexta-feira, 18 de Abril de 2008
tudo simpático
Nunca fiz isso, de colocar um iutube do iutube aqui. Eu sempre só coloco os meus iutubes, que por sinal, convenhamos, são muito bons. Mas esses dias, por causa do programa da rádio USP e do sucesso da minha polêmica sobre a capa da revista AU x projeto do Zé (ele tem reunião hoje com a turma da AU, estou aqui torcendo para que eles cheguem num bom acordo, que fiquem em paz, que dêem boas risadas com o erro do fotoshop, que tudo termine em foto-choppe), eu fiquei confusa com esse certo sucesso súbito. Até o Alencastro falou de mim ontem, gente. Ó nóis. O lance da meia hora de fama. Acho que por causa disso, por estar distraída, achei sem querer as músicas desse italiano. Ouvi outra versão na casa do meu primo Francisco, resolvi encontrar a música na internet. Não tenho a mínima idéia, nem adianta me perguntar, o que uma coisa tem a ver com as outras (programa de rádio USP com Franka, capa do Zé com fotoshop errado e música "Sono un simpático", com um cantor com uma enxada na mão), mas antes de ontem e ontem as três coisas andaram o tempo todo juntas, e, enquanto a rádio e a polêmica repercurtiam, o Adriano ficou me cantando essa música sem parar aqui no itunes, no carro, na sala. É, eu faço isso. Quando eu gosto de uma música, eu ouço ela umas mil vezes, repetido, feito maluca tarada. Agora, quando eu penso no rádio, na revista e nesses dias, eu penso o quanto esse Adriano Celentano é simpático, o quanto meu primo Francisco é simpático, o quanto o repórter Fábio (Júnior?) é simpático, o quanto o editor da AU que comentou no blog ontem é simpático, o quanto as pessoas que mandaram depoimentos são simpáticas, o quanto meus leitores são simpáticos, tudo simpático, tão simpático, ô coisa legal esse excesso de simpatias. E esse post é em homenagem a todos os simpáticos do mundo.
postado pela franka às 08:20:00 |
Quinta-feira, 17 de Abril de 2008
descomanda complicada
postado pela franka às 11:23:00 |
Quarta-feira, 16 de Abril de 2008
ô editores da AU...

- Lú, que estranho. Olha esse piso do corredor da foto da capa da revista.
- Piso?
- Da foto. Olha.
- Piso da foto?
- Lúcia, olha. Mudaram o meu piso. Esse piso não é o piso da casa, o que eu coloquei lá.
- Como assim? Os donos da casa mudaram o piso?
- Não, a revista mudou meu piso.
- A revista mudou? Você não colocou esse piso de madeira?
- Coloquei um piso de madeira, mas não assim, todo torto em relação à parede. Esse piso está todo esquisito. Olha, enviesado.
- Onde?
- Aqui. Repara, tipo o "jogo dos sete erros".
- Tá torto mesmo, Zé. Tudo inclinado.
- Nossa. Agora todo mundo vai achar que eu faço piso torto. Não pode uma revista fazer isso, mudar um projeto, Lú. Se um arquiteto faz um piso paralelo à parede, isso tem um intuito, um desenho, um projeto, oras. Que é isso?
- Zé, você não aprovou as fotos antes da publicação?
- Aprovei. Vou ver. Peraí.
Ele voltou com as fotos.
- Olha a foto que eu aprovei. Olha. Piso reto - colocamos as fotos lado a lado e comparamos - E olha na capa o piso torto.
- Uau, mexeram mesmo, Zé. Que absurdo! Mas dá pra entender o que o cara que fez a capa pensou... olha, na foto que você aprovou, tem uma luz na entrada do quarto. Eles quiseram tirar essa luz, dai recortaram o piso abaixo da luz e deram essa fotochopada no chão.
- E mudaram meu piso, pô! Isso pra mim é sério. É como alguém colocar uma cerâmica decorada, é mexer num revestimento. É como mudar uma porta de lugar. É como mudar um pedaço de uma crônica sua.
- Eu ficaria super brava, Zé. Fala com eles. Pede uma explicação.
- Pois é. Piso inclinado?
- E vou colocar no meu blog. Blog serve para contar essas coisas.
postado pela franka às 07:56:00 |
Terça-feira, 15 de Abril de 2008
franka não mente
Já que o programa não entra no ar no Audiopapo, fiz um pequeno iutube com a participação da Márcia e com o depoimento dela, que é demais. Hahaha. Ouçam. Imperdível.
Ah. Entrou! O programa tá no ar aqui. Como esse site não abre no meu micro, eu abro aqui na rádio, pego a programação e acho o "audiopapo" na sexta a noite. Clicando entra legal.
postado pela franka às 08:59:00 |
.jpg)

















